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O que realmente importa ao montar uma adega e o que quase ninguém te conta

A pergunta mais comum que ouvimos aqui no L’Atelier Du Vin:

“Quantas garrafas eu preciso para começar uma adega?”

Resposta curta: menos do que você imagina.
Resposta honesta: depende da sua relação com o vinho.

Montar uma adega não é colecionar; é curar.

Comece com vinhos que fazem sentido para você — não para impressionar

Nada de começar comprando rótulos caros ou famosos.
A adega deve refletir seus gostos, não expectativas externas.

Se hoje você ama tintos mais leves, por que compraria 20 garrafas de Cabernet de potência extrema?
Adega é identidade.


Variedade importa, mas lógica importa mais

Uma adega inteligente não é enorme — é coerente.

Considere:
– Vinhos para o dia a dia
– Vinhos para receber
– Vinhos de guarda (se fizer sentido para você)
– Vinhos para ocasiões especiais

Com isso, sua adega ganha propósito.


Organização muda tudo

A maioria das adegas não “evolui” porque falta organização.

Sugestão de categorias:
– país/região
– uva
– estilo
– tempo de guarda
– rótulos sentimentais (sim, eles existem)

Essa divisão ajuda você a beber melhor, não apenas armazenar.


Curadoria profissional faz diferença (e evita desperdício)

Uma consultoria especializada economiza tempo, dinheiro e frustração.
Aqui no L´Atelier, orientamos desde adegas pequenas até coleções robustas — sempre com critério, transparência e foco no seu perfil de consumo.


Adega boa não é adega cheia; é adega viva

Onde as garrafas circulam, contam histórias, acompanham sua evolução.
Onde você sabe o que tem, por que tem — e quando abrir.

Montar uma adega é construir a sua relação com o vinho. Ela deve refletir você — e evoluir junto com você.